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segunda-feira, 24 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Fases? O casamento não é um jogo de videogame
Manifestação pacífica em Brasília reúne mais de 70 mil pessoas QUADRANGULAR PARTICIPOU ATIVAMENTE
Mais de 70 mil pessoas lotaram a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para declarar sua posição em favor da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida, coordenada pelo pastor Silas Malafaia. A manifestação atraiu além de evangélicos de diversas denominações, católicos e seguidores de outros segmentos religiosos (veja fotos e vídeo abaixo). O evento foi o segundo maior já realizado em Brasília, só perdendo para as Diretas Já, que na ocasião foi favorecido por ponto facultativo.
Segundo a PM, no início da programação, às 15h, havia cerca de 40 mil pessoas, e por volta das 17h a manifestação já contava com mais de 70 mil pessoas. Outro detalhe importante, de acordo com a organização do evento, foi que o mesmo reuniu o maior número de líderes evangélicos nos últimos tempos.
Pr. Silas foi um dos organizadores do evento e chegou a ser entrevistado pelo Jornal Nacional
Lideranças evangélicas e parlamentares também ocuparam a tribuna para defender os princípios e valores da Palavra de Deus, e rechaçar sua posição contra o aborto e o casamento gay. Entre os presentes estavam os pastores Abner Ferreira e Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus de Madureira; o apóstolo Renê Terra Nova, do Ministério Restauração; o apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve; Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista em João Pessoa (PB); pastor Mário Oliveira, da Igreja Quadrangular; Samuel Câmara, da Assembleia de Deus em Belém; e o bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, entre outros.
- Veja a reportagem do Jornal Nacional
“Não tem bandeira de igreja. Aqui é plenário de todos”, disse o pastor Silas Malafia, que mais uma vez reiterou seu discurso sobre a liberdade de expressão. “O Brasil é um estado democrático de direito e ninguém vai calar a nossa voz. Para calar a nossa voz, vai ter que rasgar a Constituição do Brasil”, enfatizou.
Muitos manifestantes venceram a distância para marcar presença no ato público. “Vale a pena estar aqui para lutar pelos direitos das famílias, e mostrar que nós somos um povo unido”, disse o pastor Adenildo Pereira, de Manaus, no Amazonas. “Viemos aqui para declarar que a Igreja da cidade de Lins ora pela família tradicional, pela liberdade de expressão e pela liberdade religiosa”, declarou Leandro Cardoso, que liderou uma caravana com mais de 60 pessoas da Segunda Igreja do Evangelho Quadrangular, em Lins, no interior de São Paulo, até a capital federal. Também foram registradas caravanas do Rio de Janeiro, Goiás, Belém, Minas Gerais, Mato Grosso, João Pessoa.
A festa dos defensores da família tradicional e da vida começou às 15h15 e só terminou às 19h. Nem o sol intenso da tarde desanimou os milhares presentes, que cantaram sucessos da música gospel com Eyshila, André Valadão, Ana Paula Valadão, Aline Barros, Thales, Cassiane, Nani Azevedo, e David Quinlan, entre outros.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Evangélicos fazem protesto contra o aborto e o casamento gay no DF
Um dia após católicos marcharem a favor do projeto conhecido como "Estatuto do Nascituro", hoje foi a vez de os evangélicos se manifestarem em frente ao Congresso. Mais cedo, a proposta que dificultar a realização dos abortos legais foi aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação.
Segundo a organização do evento, 70 mil pessoas se reuniram para criticar o aborto e o casamento gay, e para assistir a um show com as estrelas da música gospel. A Polícia Militar calculou a presença de 40 mil manifestantes.
Comissão aprova projeto que pode dificultar o aborto legal
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, foi tratado como "pop star", recebendo até pedido de autógrafo. "Ele virou o mimo dos evangélicos", disse o pastor Sóstenes Cavalcante, assessor do pastor Silas Malafaia, presidente da entidade que pagou a festa.
Em volta do evento, grupos que defendem a causa gay fizeram uma manifestação. A PM isolou os dois grupos e nenhum incidente foi registrado, segundo os militares.
Evangélicos protestam na Esplanada dos Ministérios
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Sérgio Lima/Folhapress
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Evangélicos se reúnem para manifestação contra a liberação do casamento gay e em favor da liberdade de expressão religiosa
PRESIDÊNCIA
Diante da multidão, Feliciano disse desejar a eleição de um presidente do Brasil evangélico, arrancando palmas. "Vai chegar um tempo em que vamos ligar o rádio para ouvir, na 'Voz do Brasil', um presidente da República que vai começar sua fala com 'a paz do Senhor Jesus'."
Aos gritos, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que não deixará ser aprovada a descriminalização do aborto no país. "Sabe o dia em que vão aprovar isso? Olhem para mim: nunca!"
Muitas faixas carregadas pelo público defendiam Feliciano. Outras criticavam o casamento gay e o aborto. Em uma delas, lia-se: "Aborto, homossexualidade, pedofilia, adultério, prostituição, zoofilia, necrofilia, etc. Deus condena!".
PROJETO
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o projeto que pode dificultar a realização dos abortos legais. A proposta também cria uma bolsa para a mulher vítima de estupro que decidir seguir com a gravidez.
Polêmico, o texto é conhecido como "Estatuto do Nascituro" porque estabelece uma série de garantias para o bebê ainda não nascido. E define que "a natureza humana" começa na concepção e pode ter impacto no descarte e uso em pesquisas de embriões. O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça.
Apesar de fazer uma ressalva ao artigo do Código Penal que estabelece as exceções possíveis para o aborto --estupro, risco de vida para a mãe e anencefalia--, o projeto abre a brecha para dificultar o acesso a esse direito, ao definir a garantia dos fetos à vida, argumentou o deputado Cláudio Puty (PT-PA). A bancada do PT votou de forma contrária ao texto.
O movimento de mulheres tem opinião parecida. "Hoje o aborto legal já é dificultado por resistência de profissionais de saúde. Seguramente a resistência será maior [com a eventual lei], além de ter quem processe as mulheres", diz Nina Madsen, assessora do Cfemea (Centro Feminista de Estudos e Assessoria).fonte :folha de Sçao Paulo
O relator do projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ), garantiu que a proposta não tem esse objetivo, mas o de resguardar a vítima de violência sexual que quiser ter o filho. Isso porque determina que o Estado dê apoio financeiro à mulher que, nessa situação, mantiver a gestação.



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